Tu permaneces inflexível à minha situação!
Alheio à minha vida, o que contemplas então?
O olhar austero nem sequer se desvia.
Como estátua tens ficado durante noites e dias.
Eu clamo, ajoelhado, batendo no meu peito!
Há noites não durmo, inquieto em meu leito.
Até o céu sofre com a dor que me corrói.
Mas Tu, inabalável, nem parece o meu herói...
28 de fevereiro de 2010
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