(Killrendestroyfrag - B.a.r.f. - versão de Cícero Silveira)
Ele não pode mais esperar
O confronto se aproxima
O futuro da raça esquecida
Nas mãos de Deus, mentiras.
O maioral saca sua arma
Seu grito de guerra é forte
Seu ataque é selvagem
Seu gancho é o beijo da Morte
Seu coração bate como um atirador
Jamais sentiu remorso do que fez
Ele corta, ele esmaga, ele mata
Mais uma vez, mais uma vez
Racha, quebra, atravessa
Amputa, lacera, castra
Talho, ensanguentado, carnificina
Abate, estropia, massacra
De monte os cadáveres caem
Sua arma e corpo, como um, estão unidos
Perdendo sua identidade
Hinos sagrados trovejam em seus ouvidos
Ele não é mais um homem
Ele é a essência universal
Ele é a encarnação da Morte
Na sua face um sorriso mortal
Racha, quebra, atravessa
Amputa, lacera, castra
Talho, ensanguentado, carnificina
Abate, estropia, massacra
Em seis dias, o clique de sua arma vazia
Anuncia o genocídio com certeza
O fedor de corpos apodrecidos
Nunca mais deixará a atmosfera do planeta
O fedor agora e sempre
Tira o seu fôlego
Fragmataredestruir