Pensamentos
nostálgicos não me deixam em paz.
Às
vezes, nem se nota o meu ar tristonho
Mas
por dentro desmorono-me num choro tenaz;
Lembranças
de vidas passadas, mortas e enterradas,
Coisas
que eu sinto e que nunca cheguei a viver.
O
semblante ainda de uma pessoa despreocupada
Apesar
da angústia no espírito a me corroer;
Quando
tento entender o que me acontece
Vejo
que minha vida não poderia ser diferente.
Sinto-me
assim sempre que anoitece:
Entorpecido,
desde que nasci, de alma doente!
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