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domingo, 17 de julho de 2011

LIMBO

Não mereço o Céu, não mereço o Inferno!
Não pesei sobre a terra em que piso.
Todos os dias, do verão ao inverno,
Nem tristezas, nem sorrisos...


Eu não sei o que quer dizer ''ajudar'',
Não lembro de nada que eu construí.
De certo eu já fiz alguém sangrar
e poucas vezes fiz alguém sorrir;


Não fui antídoto ou mesmo veneno,
Eu fui neutro, invisível demais.
Para mim, nenhum aceno,
Nenhum barco lá no cais!

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