O céu reflete sua dor
Em cada lágrima que escorre do seu rosto.
E mesmo que já distante do horror
Amargo ainda é o seu gosto.
A sina que eu plantei
Foi regada a choro e muito maldade.
O que me tornei?
Perdi-me de mim durante as tempestades.
No espelho reconheço os olhos,
ainda que sem brilho, os seus choraram mais.
Sei do remorso que lhe dói
Mesmo sem olhar para trás.
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